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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Golden 4 Asics: Três anos, três semanas



Quando participei da etapa de Belo Horizonte da Golden Four Asics, bati um recorde pessoal em meia-maratona que durava 3 anos.

Neste último domingo, 3 semanas depois, “rebati” a marca por 27 segundos, quando meu relógio me avisou que tinha completado a prova com 1:40:42.

Ao contrário da etapa mineira, não me emocionei. Desta vez apareceu um largo sorriso no rosto e a sensação de dever cumprido.

O percurso é legal e rápido. Confesso que os “cotovelos” na USP são chatos, mas também é uma oportunidade de trocar algumas palavras com alguns amigos.

Eu ODEIO correr na av. Politécnica (que margeia uma das laterais da Universidade de São Paulo) pois você nunca vê onde fica o ponto de retorno, mas como corremos pela contramão dos carros, não me pareceu tão mal assim.

E por falar na tal Politécnica, foi pouco antes de botarmos os pés por lá que “colei” no amigo Fausto Corteze. Ele tinha perdido um pouco do ritmo e eu acabamos um puxando o outro, o que acabou fazendo com que nós dois batessemos nossos recordes pessoais.

Daí a importância dos marcadores de ritmo em corridas. Não entendo como as pessoas não fazem isso espontâneamente. Vários amigos já tiveram esse tipo de ajuda no exterior.

Nós, brasileiros, somos famosos por sermos amistosos e cordiais etc. Em muitas corridas, poucos se juntam para tentar correr na mesma meta e ir junto até a chegada. Se você passa a correr ao lado de alguém no mesmo ritmo em alguma prova, a pessoa em geral tenta se desvenciliar.

Obrigado Fausto! Se não fosse por você, não tinha batido o recorde que veio depois de 3 anos em 3 semanas.



Fiz o mesmo que fiz BH. Os primeiros 14 km com a huarache e os últimos 7 km descalço. O que parece um mp3 player no meu braço é a sandália que está encaixada por ali.